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19 de mar de 2017

João Pessoa é o município da Paraíba com maior número de casos de Aids registrados.

Uma estatística assustadora coloca a capital da Paraíba João Pessoa no epicentro de uma doença temida e que, para muitos, ainda pode significar uma sentença de morte. Há pelo menos uma década, a Aids tomou proporções gigantescas na Capital. A taxa de incidência chega a 28,8 dos casos a cada 100 mil habitantes.


Com base nos dados divulgados pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais, nos últimos anos, em João Pessoa, foram registrados 2.808 casos de HIV/Aids, dos quais 1.801 são do sexo masculino e 807 pessoas do sexo feminino.

Os indicadores apontam que o município de João Pessoa, continua como a cidade com as taxas mais altas de incidência de Aids no Estado da Paraíba.

Sintomas

Febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e do fígado, alterações elétricas do coração e/ou inflamação das meninges nos casos graves. Na fase aguda, os sintomas duram de três a oito semanas. Na crônica, os sintomas estão relacionados a distúrbios no coração e/ou no esôfago e no intestino. Cerca de 70% dos portadores permanece de duas a três décadas na chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.

Transmissão
Somente em secreções como sangue, esperma, secreção vaginal e leite materno, o vírus aparece em quantidade suficiente para causar a moléstia. Para haver a transmissão, o líquido contaminado de uma pessoa tem que penetrar no organismo de outra. Isto se dá através de relação sexual (heterossexual ou homossexual), ao se compartilhar seringas, em acidentes com agulhas e objetos cortantes infectados, na transfusão de sangue contaminado, na transmissão vertical da mãe infectada para o feto durante a gestação ou o trabalho de parto e durante a amamentação.
Prevenção
Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.
O tratamento consiste no uso de antivirais contra o HIV, não existe cura para a AIDS, mas uma adesão estrita aos regimes antirretrovirais (ARVs) pode retardar significativamente o progresso da doença, bem como prevenir infecções secundárias e complicações. Confira na imagem abaixo os números de Hiv Aids registrados detalhadamente.




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