Portal Voz do Brasil

Conteúdo faz toda a diferença

Últimas notícias

Post Top Ad

Your Ad Spot

2 de fev de 2019

Augustinópolis: Câmara discute suspender salários de vereadores afastados

Augustinópolis vereadores discutem suspender salários de vereadores afastados
Câmara de Augustinópolis - Foto: Portal Voz do Brasil

Augustinópolis: Câmara discute suspender salários de vereadores afastados



Um levantamento apurado pelo Portal Voz do Brasil, aponta que, mesmo afastados dos cargos públicos por 180 dias, os vereadores da cidade de Augustinópolis, investigados na Operação Perfídia, deflagrada pela Polícia Civil, na última sexta-fira (25), continuam presentes na folha de pagamento do pequeno município localizado na Região do Bico do Papagaio.

Dez vereadores estão afastados do cargo desde o dia 25 de janeiro, por decisão judicial que investiga um suposto esquema de recebimento de propina para aprovar projetos enviados pela prefeitura.



Após a operação, os suplentes assumiram as vagas dos titulares, elegeram o presidente da Câmara e pediram a cassação dos vereadores envolvidos no suposto esquema de propina.

Outro fato que é está sendo discutido na Câmara é a suspensão dos salários dos vereadores afastados. Inclusive, o Ministério Público Estadual do Tocantins (MPTO) já se manifestou a favor da suspensão dos subsídios dos parlamentares envolvidos.

Nove vereadores presos na Operação Perfídia, foram soltos após vencer o prazo da prisão temporária, apenas o parlamentar Antônio Queiroz, irmão do ex-deputado estadual Manoel Queiroz, continua preso. Ele era considerado foragido e se entregou na Delegacia do Município de Paraíso do Tocantins.

O nome Perfídia foi escolhido para a operação porque o conceito da palavra significa “aquele ou aqueles que enganam e/ou são desleais”, o que faz uma alusão à traição para com a coisa pública.

Entenda

A Justiça determinou a prisão temporária de dez vereadores de Augustinópolis, na região norte do Tocantins. A Polícia Civil cumpre os mandados na manhã desta sexta-feira (25). Apenas o presidente da Câmara de Vereadores não teve a prisão decretada, mas está sendo levado para depor. Ao todo, a cidade tem 11 vereadores. A operação foi chamada de Perfídia e investiga a cobrança de propina para aprovar projetos enviados pela prefeitura da cidade.

Até às 7h30, sete vereadores foram presos e três são considerados foragidos. A operação é feita pela Polícia Civil e Ministério Público. São 14 mandados de busca e apreensão, dez de prisão temporária e três mandados.

Segundo a investigação, os vereadores cobravam propina para aprovar projetos enviados pela prefeitura. A suspeita é de que o esquema movimentava cerca de R$ 40 mil por mês.

Além de determinar a prisão, a Justiça determinou também o afastamento dos dez vereadores por 180 dias. Com isso os suplentes devem ser nomeados imediatamente para ocupar os cargos. Apenas o presidente da Câmara, que não está sendo investigado neste momento, continua no cargo.

Os mandados de prisão são contra os seguintes vereadores:

Maria Luisa de Jesus do Nascimento
Antônio Silva Feitosa
Antônio Barbosa Sousa
Antônio José Queiroz dos Santos
Edvan Neves Conceição
Ozeas Gomes Teixeira
Francinildo Lopes Soares
Angela Maria Silva Araújo de Oliveira
Marcos Pereira de Alencar
Wagner Mariano Uchôa Lima

Serão levados para depor o presidente da Câmara de Vereadores, Cícero Cruz Moutinho, o secretário de administração de Augustinópolis e um servidor do controle interno do município.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Digite seu comentário

Siga-nos no Facebook

Post Top Ad

Your Ad Spot

INÍCIO